Pandemia desbanca UNICÓRNIOS e abre espaço para STARTUPS CAMELOS

Pandemia desbanca UNICÓRNIOS e abre espaço para STARTUPS CAMELOS

Crise gera mudança no tipo de empresas promissoras:
SAEM DE CENA AS PROMESSAS DE CRESCIMENTO, ENTRA A CAPACIDADE DE RESISTÊNCIA.
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A grande maioria das startups unicórnio sequer deu lucro. Na busca desenfreada por crescimento rápido, a maioria se atropela ao colocar dinheiro demais em uma única ideia, o que tem deixado os investidores em alerta.
A mudança de cenário para as startups não é nova. Em 2017, nasceu o movimento ZEBRAS UNITED. As “zebras” criticam os valores de CRESCER RÁPIDO E SAIR DE CENA, defendendo startups mais sustentáveis e que tenham forte impacto social. Mas, há de se convir que 2020 tem sido um ano difícil, levando setores inteiros a repensarem seus negócios. Assim, a farra do dinheiro fácil nas rodadas de investimentos parece ter chegado definitivamente ao fim.
Aí, a mascote mais apropriada são os camelos, pois se adaptam a vários climas, sobrevivem sem comida ou água por meses e, quando chegar a hora certa, podem correr rapidamente por períodos prolongados.
Mas há lições a serem aprendidas com as startups camelos, que ganham relevância ainda mais notória no contexto atual. Uma delas é sobre O PERIGO DE PRODUTOS E SERVIÇOS GRATUITOS. Isso porque em mercados difíceis e pouco desenvolvidos não é simples oferecer gratuidades em prol do crescimento rápido.
Então, para atrair clientes, os inovadores precisam oferecer uma solução que valha a pena pagar, e precisam equilibrar a curva de despesas com a de receitas. E eles serão recompensados se o fizerem. Afinal, a razão de ser de uma empresa do regime capitalista será sempre a GERAÇÃO DE RIQUEZAS.
Vejam que o capital de risco é uma ferramenta poderosa, mas não funciona para todos os tipos de empreendedores. Assim, camelos tendem a ser mais criteriosos em relação a TOMAR OU NÃO investimentos externos, DE QUEM e EM QUÊ TERMOS.

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